Crítica: Zootopia, um lugar onde você pode ser o que você quiser

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O novo filme da Disney, traz à tela grande, personagens do mundo animal em uma combinação, no mínimo, inusitada. Utilizando elementos de computação gráfica avançados, a animação da empresa traz uma singela coelha que tem um sonho desde criança: tornar-se uma policial! E aqui começa o ponto principal do filme: nós podemos ir contra nossos extintos?

Enquanto acompanhamos os desafios que a coelha terá que passar para colocar em prática seu sonho, somos apresentados a inúmeros animais, também com suas características genuínas, que juntos compõe Zootopia, uma cidade onde cada animal pode ser aquilo que quiser.

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Analogamente, podemos considerar esse elemento no filme com a relação de trabalho que temos, que acompanha uma das principais dúvidas humanas: posso ser aquilo que desejo? posso realmente?

Seguindo essa premissa a nossa protagonista é apresentada a uma cidade lotada de predadores e se depara com o desafio de ter como parceiro uma Raposa, seu pior inimigo. Usar animais para transmitir ensinamentos não é novidade, as fábulas e os desenhos da Disney capturam isso muito bem. Nesse filme, porém, você observa considerações parecidas com aquelas que temos que enfrentar diariamente no nosso convívio social, contando com elementos como o preconceito e a motivação.

É possível entender que, apesar da liberdade de escolha, os animais geralmente convergem suas atividades na sociedade por intermédio daquilo que já encontra-se em seu código genético e esse elemento é exposto no filme quando os animais começam a perder o controle e a atacar outros animais, momento onde a animalidade dos personagens é exposta assim como a segurança de seus vizinhos.

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Julgados culpados, os animais predadores são acusados de serem responsáveis pela ação, devido ao histórico de seus antepassados, até que nossa coelhinha descobre que as coisas não são assim tão simples e, junto com seu novo parceiro, vão descobrir que as aparências enganam.

O filme ainda está em cartaz em alguns cinemas da rede Cinemark e UCI. Então, confira o trailer e divirta-se:

Nota
As crianças vão gostar e os adultos vão se divertir, assemelha-se ao filme Divertidamente porém acaba não sendo um filme melhor.
Luan Bião
Sou co-fundador da parada e hoje responsável pela infraestrutura, pelos projetos, códigos e por manter o barco andando. Por isso, você vai me ver em quase todas as áreas aqui do site, desde do jornalismo das matérias até as edições de vídeos e podcasts. Acredito que um dia vou conseguir reunir o time dos sonhos e buscar o One Piece e já estou chegando perto.