Dica de Série: Paralelos

Websérie conta a história da pirataria dos videogames no Brasil

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A história dos videogames no Brasil é a história de seu mercado paralelo. Desde a chegada dos primeiros arcades da Taito, na década de 1970, até a disseminação dos mods contemporâneos, a expansão do comércio de jogos eletrônicos foi impulsionada pelos avanços de produtos falsificados, copiados e pirateados de outros países.

Paralelos, a nova websérie do www.RedBull.com.br, dirigida por Hugo Haddad e Pedro Falcão, conta a história de toda essa indústria que surgiu das “gambiarras” locais e estreou nesta quarta-feira (9), no site.

Com três episódios de aproximadamente 7 minutos, Paralelos investiga os limites do espírito criativo brasileiro, do legal ao ilegal, trabalhando na busca pela popularização dos games no país. A série mostra desde a chegada dos fliperamas ao país, passando pela reconstrução dos arcades gringos na Zona Franca de Manaus, até a popularização de versões modificadas do PlayStation 1 e 2, que aceitavam mídias pirateadas.

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Além de entrevistar os responsáveis pela fabricação dessas máquinas, os episódios mostram entusiastas dos games da época como Emicida. “Os fliperamas estavam sempre lotados, começou a virar um ponto de encontro mesmo da rapaziada, todo mundo enganando o patrão, indo pro fliperama“, conta o rapper. Ali, os jogos eram todos gringos, mas a temática era brasileira. A máquina de pinball Playboy, aqui, virou a Oba Oba. O mesmo aconteceu quando chegaram os jogos em cartucho: o Wonder Boy virou a Mônica, e assim por diante.

Paralelos foi gravada em São Paulo, Rio de Janeiro e Porto Alegre e conta com depoimentos de pessoas envolvidas em cada um dos grandes momentos da pirataria brasileira, como o advogado da Taito nos anos 1970, jornalistas da área e influenciadores que viveram a era do início dos videogames no Brasil, além de artistas como Emicida, Fióti e Rashid.

Fonte: Néliane Simioni – Approach Comunicações

Tadashi Suto
... pensei bastante e ainda não consegui criar uma boa biografia, mas ninguém lê o que escrevo aqui, caso você que chegou até aqui quer saber mais acesse as redes com os links abaixo, ou deixe seu comentário.

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