Imersões sem limites em Life is Strange

Imersão. Este é um substantivo extremamente buscado por desenvolvedores de games em geral. Podemos dizer com clareza, que o grande sonho de toda a indústria “gamística” é que seu jogo seja imersivo a ponto de fazer os jogadores do mundo todo praticamente se esquecerem de suas vidas reais. Infelizmente poucos conseguiram essa façanha, porém essa pequena “nata imersiva” é recheada dos mais inesquecíveis jogos de todos os tempos e é nessa categoria que se encontra “Life is Strange“.

O que os designers e produtores da Dontnod e da Square Enix conseguiram fazer nesta pequena pérola, dividida em cinco capítulos, é simplesmente o ponto final naquela velha polêmica que especula se videogame é arte.

Com uma história extremamente emocional e cativante, o jogo te leva por situações triviais na vida de uma pós adolescente, ao mesmo tempo que te coloca em acontecimentos fantásticos e ao mesmo tempo terríveis.

No enredo  de Life is Strange, Max Caulfield é uma aluna de fotografia que descobre que tem o poder de voltar no tempo em uma situação pra lá de anormal. Com a ajuda de sua grande amiga de infância Chloe, elas passam a investigar o desaparecimento misterioso de Rachel Amber e se envolvem em uma teia de mistério que se espalha por toda a cidade de Arcadia Bay.

A jogabilidade do game é bem simples e se baseia em escolhas que você faz na história e que podem alterar completamente o futuro da protagonista e dos outros personagens que a rodeiam. O interessante é que, na maioria das vezes, você pode escolher algo e se não gostar do resultado de sua escolha, pode voltar no tempo e mudar tudo. Mas o seu poder é curto e você só consegue alterar algo escolhido nos últimos minutos.

Uma boa dica, é experimentar gratuitamente o primeiro episódio do game, que estará disponível gratuitamente e indefinidamente para todas as plataformas a partir de 21 de julho de 2017, com legendas em português do Brasil!

Se você quiser viver uma história de verdade, com o terror do mundo real e ao mesmo tempo com muita emoção (eu chorei de verdade!!), não perca essa pequena grande obra prima da décima arte!

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